Já parou para pensar que ser professor circo vai muito além da execução de técnicas?
Para a realização das acrobacias circenses é preciso que o professor, além da técnica, saiba despertar em seus alunos o trabalho em equipe, a criatividade e acima de tudo a confiança.
As
atividades do circo podem ser incluídas dentro da escola como apreciação da
cultura corporal do movimento observando-as sob uma ótica educacional que pode
ser construída por meio de gestos simbólicos visando à construção de uma
expressão corporal mais ampla e um repertório motor diversificado. O circo representa para Bortoleto (2003) parte da nossa cultura, que foi construída ao londo de muitos séculos, praticamente desde que o ser humano começou a registrar suas façanhas, seus descobrimentos, suas crenças e sua cultura.
As
atividades circenses possibilitam o desenvolvimento individual dos alunos,
respeitando suas limitações e estruturas corporais. Na área cognitiva as
técnicas de equilíbrio, saltos, malabares, trapézio, entre outras, estimulam a
percepção para o desafio que ativam a curiosidade e provocam sentimentos de
desafios.
Cref: 026180-G/MG -- DRT: 27934/SP
Prof. Esp. Anderson G. Ued
(Pós-Graduado em Aprendizagem e Desenvolvimento Motor)











